6/04/2008

Manas Siamesas


Flor pequenina que vais passear ao campo desconhecido,

Ergo na página o meu poema de pena e de alegria

Pela alegria que sempre me deste.

Flor pequenina

Que vais ao luar aos campos desconhecidos da noite,

Ergo na página o meu poema despojado e descalço,

Para que amanhã o sol que tanto amas se erga

Num jardim eterno de verde e do azul dos teus olhos de criança,

Que guardo no meu profundo amor por ti, no meu peito

Coberto de orvalho do teu ser de luz infinita.
(Desconhecido)

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