
Flor pequenina que vais passear ao campo desconhecido,
Ergo na página o meu poema de pena e de alegria
Pela alegria que sempre me deste.
Flor pequenina
Que vais ao luar aos campos desconhecidos da noite,
Ergo na página o meu poema despojado e descalço,
Para que amanhã o sol que tanto amas se erga
Num jardim eterno de verde e do azul dos teus olhos de criança,
Que guardo no meu profundo amor por ti, no meu peito
Coberto de orvalho do teu ser de luz infinita.
(Desconhecido)

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